"A felicidade ocupa um papel incrivelmente pequeno na vida da maioria dos adultos. Mais uma vez, a felicidade é algo suspeito. Há pouco tempo, Gayle e eu estávamos num shoppping center e vimos uma garotinha de uns três anos andando em companhia dos pais. Ela estava no auge da felicidade e cantanva a plenos pulmões. A sua mãe, no entanto, se inclinava e dizia entre dentes:
- Você não está se comportando direito!
A mãe estava certa. A felicidade pura e simples não é nada adequada em muitas circunstâncias. Na verdade, pessoas felizes demais muitas vezes são consideradas meio esquisitas, até perigosas. é previsto que nos sintamos muito satisfeitos quando nosso time ganha, e podemos até nos sentir realizados quando "devolvemos" uma desfeita que alguém nos fez - mas, se você sair cantando a plenos pulmões por um shopping center sem nenhuma razão aparente, é bem provável que seja interpelado pela segurança" Prather, Hugh- Não leve a vida tão a sério. Rio de Janeiro:Sextante, 2003, pag. 78.
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